Criação, direção, interpretação e produção
JOÃO ROBERTO DE SOUZA

Premiere : junho de 1992 - Teatro Ziembinsky
Rio de Janeiro - ECO 92

Duração 60 minutos
“Num futuro próximo, um argonauta em seu êxodo, chega ao último refúgio ecológico da Terra e depara com uma paisagem totalmente devastada. Profanaram o eco sistema, destruíram biomas inteiros. O poder e o desenvolvimento tecnocrata, em nome do “progresso” conseguiram extinguir com a seiva da Terra. Falta o ar, a água e nenhuma vegetação cresce sobre o planeta. Esse Colombo futurista, um navegante espacial, terá que lutar para reverter esse processo e assegurar a sua própria existência”.

DA CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO - A RIO 92 .

Participou do 1. Uni Modern Dance Festival em Kaiserslautern na Alemanha em 1996, apontado pela crítica como o destaque do Festival. Em 1998, participou do 2. Internationales Solo-Tanz-Theater Festival em Augsburg, também Alemanha, recebendo dois prêmios do Júri Oficial: Melhor Cenário e Melhor Figurino, além do Melhor Espetáculo de sua noite, pelo Júri popular. Em 2001 participou do San Francisco Butoh Festival em São Francisco nos Estados Unidos.

O Espetáculo cumpriu temporada nas seguintes cidades:
Rio de Janeiro - RJ (1992 e 2008), Presidente Prudente-SP (1992, 1999 e 2007), Tambaú-SP (1992), Sertãozinho-SP (1992), Batatais-SP (1992), São Simão - SP (1992 e 1997), São José do Rio Pardo-SP (1993), Santo André-SP (1993 e 1994), Florianópolis-SC (1994), Blumenau-SC (1994), Botucatu-SP (1995), Paulínia-SP (1995), Kaiserslautern-Alemanha (1996), Santa Bárbara D’Oeste-SP (1997), Araraquara-SP (1997), Augsburg-Alemanha(1998), Ribeirão Preto-SP (1998 e 1999), Osvaldo Cruz-SP (1999), São Paulo(1998, 1999 E 2007), Campinas (2006 e 2007), Indaiatuba (2007), Fortaleza-CE(2008), Belo Horizonte-MG(2008).

CRÍTICAS DA IMPRENSA SOBRE A OBRA:

"...Eine wunderbare Symbiose aus sphärischer Musik, Tanz und Empfindungen bot der ganz in Kreide getauchte brasilianische Tänzer-Choreograph Joao Roberto de Souza in "Venezhvela", dem letzten ökologischen Refugium der Erde – eine kahle, entvölkerte Endzeitstimmung, 1992 zum Uno-Umweltgipfel uraufgeführt, verfehlte ihre Wirkung nicht."
Jornal Augsburger Allgemeine – Augsburg – Alemanha, 23 de março de 1998.

"...Joao Roberto de Souza gehört in seinem Heimatland zu den bekanntesten Butoh-Tänzern und Choreographen. Butoh sind "getanzte Körperskulpturen im Raum", eine aus Japan stammende, tiefemontionale Tanzform, die den Zuschauer nicht unberührt lassen wird..."
Jornal Die Rheinpfalz – Alemanha, 10 de maio de 1996.

" In der Bühne unterm Dach gastiert kurz vor Absch der kleinLaut-Saison ein Künstler, der gerade beim Modern-Dance-Festival an der Kaiserslauterer Uni das Publikum begeistern konnte. Roberto de Souza, Butoh-Tänzer aus Brasilien, hat in den drei Wochen seines Deutschland-Aufenthaltes ein besonderes Programm zusammengestellt und diesem, mit Blick auf die ungewöhnliche Spielstätte, den Titel „Meine Schachtel für Geheimnisse" gegeben. Nur wenn die Schachtel geöffnet wäre, könnten die Leute in Frieden schlafen, sagt de Souza über sein Programm und macht damit neugierig auf den Inhalt seiner Schachtel.
Es wird ein besonderes Erlebnis sein, den „getanzten Skulpturen" des brasilianischen Tänzers aus unmittelbarer Nähe zu folgen. Die Aufführung findet am Pfingstmontag, dem 27.Mai, um 20 Uhr, in der Bühne unterm Dach Statt. Karten gibt es im Vorverkauf beim Gondrom Ticket-Service und natürlich an der Abendkasse.(wob)"
Jornal Wochenblatt, Kaiserslautern – Alemanha, 22 de maio de 1996.

Heidelore Kruse – Jornal Die Rheinpfalz – Alemanha, 13 de maio de 1996.

" A arte deve ser compreendida a partir da razão ou a alma, a tão citada "barriga" também pode decidir? Se o objetivo do artista e a sensibilidade do consumidor não convergem nem na literatura e nem na arte em formação, então para a dança deve valer de um modo especial a arte da linguagem corporal.
Sentimentos eram admitidos na noite de abertura do primeiro "Modern Dance Festival" na noite de Sexta-feira na universidade. Sobretudo com "Butoh", uma forma de dança originária do Japão, que somente os conhecedores que tem a dança e o ballet no sangue sabiam apreciar. Butoh quer se definir conscientemente com elementos japoneses ocidentais e também tradicionais. A dança significa movimento, que penetra na escuridão da subconsciência coletiva e mostra instintos primitivos: brutalidade, maldade, destruição. Somente a partir de tempos mais recentes a dançapermite também intenções mais amigáveis, se ocupa com fraquezas humanas e belezas esquecidas.
O dançarino brasileiro de Butoh Roberto de Souza é um representante desta variante mais nova. Sua peça "Venezhvela" trata da Terra destruída e de um astronauta que quer reverter este processo. Até aí o público da estréia estava teoricamente preparado para a exótica coreografia. No palco, um cenário desconsolador. Névoa cinzenta de tempos finais e remotos, ramos desfolhados com uma flor de lata, um montinho de cinzas, um grande pano colorido, dobrado como uma gigantesca flor. No meio, o "pensador" nu, tal como veio ao mundo e como ele deve tornar a ser, para recomeçar.
"Esculturas Dançadas" não é um conceito demasiadamente elevado para a arte de Souza. Cada músculo, cada tendão, até veias isoladas contam de aflição, abandono ou tênue esperança. O significado profundo que se encontra em cada curvatura de seus dedos, na firmeza dos pés ou na flexão da nuca, pode ficar oculto para o espectador. Mas não a dor do navegador do espaço que na volta de uma viagem, encontra a Terra somente um monte de cinzas. O homem recolhe tudo que lhe parece impuro no pano que tinha enrolado nos quadris e que infla no palco como uma enorme vela. Daí ele reconhece que deve ficar nu para começar do início.
Ele chama os elementos: ar, terra e água, mas não o fogo. De modo penetrante, música quase meditativa acentua a representação de Souza, que o público encerrou com demorados aplausos e gritos de bravo."
Heidelore Kruse – Jornal Die Rheinpfalz – Alemanha, 13 de maio de 1996.

Fotos de Cristiano Prim.

Foto de Rogério Lieutier.

Creation, direction, interpretation and production
JOÃO ROBERTO DE SOUZA

Premiere: June of 1992 - Teatro Ziembinsky
Rio de Janeiro - ECO 92

Duration 60 minutes

" In a close future, an Argonaut in his exodus, arrives to the last ecological refuge of the Earth and totally comes across a landscape devastated. They profaned the ecosystem, they destroyed whole biomas. The power and the development technocrat, on behalf of the " progress " got to extinguish with the sap of the Earth. It lacks the air, the water and no vegetation grows on the planet. That futurist Columbus, a space navigator, will have to struggle to revert that process and to assure his own existence ".
Criated to Conference of the United Nations on Environment and Development - RIO 92.

Participated in the 1.Uni Modern Dance Festival in Kaiserslautern in Germany in 1996, pointed for the critic as the prominence of the Festival. In 1998, it participated in the 2. Internationales Solo-Tanz-Theater Festival in Augsburg, also Germany, receiving two prizes of the Official Jury: Best Scenery and Best Costume, besides the Best Show of your night, for the popular Jury.In 2001 participated in San Francisco Butoh Festival in San Francisco United States of America.

The Show accomplished season in the following cities:
Rio de Janeiro - RJ (1992 and 2008), Presidente Prudente-SP (1992, 1999 and 2007), Tambaú-SP (1992), Sertãozinho-SP (1992), Batatais-SP (1992), São Simão - SP (1992 and 1997), São José do Rio Pardo-SP (1993), Santo André-SP (1993 and 1994), Florianópolis-SC (1994), Blumenau-SC (1994), Botucatu-SP (1995), Paulínia-SP (1995), Kaiserslautern-Alemanha (1996), Santa Bárbara D’Oeste-SP (1997), Araraquara-SP (1997), Augsburg-Alemanha(1998), Ribeirão Preto-SP (1998 and 1999), Osvaldo Cruz-SP (1999), São Paulo(1998, 1999), Campinas (2006 and 2007), Indaiatuba (2007)Fortaleza-CE(2008), Belo Horizonte-MG(2008).

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