O artista, nascido em São Simão em 27 de setembro de 1925, foi para a capital com 7 anos. Seu pai, de ascendência alemã, era mecânico. Em São Paulo, Grassmann fez o curso primário e completou seus estudos numa escola técnica onde aprendeu fundição, solda e se especializou em fazer entalhes na madeira. Mas a indústria de móveis não contratava quem fazia peças únicas. Foram seus colegas nessa escola três artistas plásticos que também tiveram notável desempenho: Flávio Shiró Tanaka, Otávio Araújo e Luiz Sacilotto. O jovem Grassmann descobriu que suas habilidades de entalhador eram úteis para produzir xilogravuras. Fez uma série delas, revelando desde o início uma inclinação para o fantástico, para a criação de seres insólitos e para uma obsessiva busca do esmero técnico, do bem fazer aliado ao fazer bem-feito.


Nascido em Pirassununga a 12 de setembro de 1921, filho de Maria da Glória e José Augusto de Souza. Um dos filhos de uma grande família era irmão de Carlos Augusto de Souza, Olga de Souza Krempel, José Augusto de Souza, Genésio Augusto de Souza, entre outros.
Foi locutor de rádio, declamava poesias caipiras como ninguém.
Em1948 mudou-se para São Simão-SP casando-se com Domingas Rodrigues com quem teve dois filhos. Ficou viúvo em 1951, e em 1955 casou-se novamente, teve seis filhos com Elsa Benedicta Pereira de Souza com quem permaneceu casado.
Foi Oficial de Justiça da Comarca de São Simão-SP de 1951 até sua aposentadoria em 1987, cidadão benévolo, dono de uma dicção impecável e um estilo inconfundível. Trabalhou na M3 - Serviço de Alto Falantes da Praça da República animando as famílias, casais e apaixonados, com um vasto acervo de discos de músicas de sucesso como Vicente Celestino, Tunico e Tinoco, Jovem Guarda, entre outros. Era o locutor oficial das quermesses beneficentes de São Simão e das fazendas da redondeza, locutor do Serviço de utilidade pública e falecimentos do Serviço de Alto Falantes da Igreja Matriz, locutor de leilões e bingos.
Participou de inúmeros festivais culturais no Theatro Carlos Gomes, participou como convidado em diversas encenações dramáticas, comédias em vários circos que passaram por São Simão e Pirassununga. No circo, também foi palhaço, tendo um personagem bastante querido pelas crianças. Representou Simão da Silva Teixeira, o fundador da cidade de São Simão no Programa Silvio Santos Cidade X Cidade na antiga TV Tupi.
Em 1998 recebeu o título de Cidadão Simonense.
Sídio Augusto de Souza faleceu dia 03 de novembro de 2005 no Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto e foi sepultado em São Simão.

Nasceu em São Simão em 15 de maio de 1949. Neto de João Montanha e Creofina Alcrane Montanha, Paulino Baccan e Antonina Baccan. Naturais da Itália chegaram a São Simão aproximadamente no ano de 1895, filho de Sérgio Montanha e Paulina Baccan Montanha (Falecidos) que tiveram cinco filhos: Toninho Montanha, Maria Dirce(falecida) casada com Arthur Bernardes, Lairce casada com Pedro Sansone, Maria Helena Casada com Luiz Celso L. machado e Elza casada com José Tagliari.
Toninho, como era conhecido por todos, trabalhou na Prefeitura Municipal de São Simão por mais de 15 anos. Cuidava da limpeza e conservação dos imóveis: Casa da Cultura Marcelo Grassmann e do Theatro Carlos Gomes. Imóveis sempre impecáveis pela limpeza; exercia essa profissão com muito amor, viveu com todos os seus amigos de trabalho e fora com muita dignidade, sempre respeitando e amando a todos com gestos de bondade sincera. Nas horas de folga, ajudava no Hotel São Simão, onde foi muito estimado pelo Sr. Alberto e D. Gertrudes(proprietários) e pela gerente Maria José Chain e funcionários . Durante a sua caminhada, amou seus vizinhos, flores, sendo que possuía 100 vasos de violeta e muitas outras variedades e animais (gatos e cachorros), morava a Rua Rui Barbosa nº 368. Outra paixão foi o carnaval, ele foi um dos fundadores da Escola de Samba Ouro e Prata, fazia parte do bloco e foliões da festa, participando ativamente indo de casa em casa pedir doações para ajudar na confecção DAE fantasias. A cada ano, apresentava uma fantasia nova, nos desfiles e de gala, prestigiando com sua alegria e criatividade. Adoeceu em julho de 1988, onde foi submetido à cirurgia e fazendo tratamento, e vivei por mais de um ano e meio, vindo a falecer no dia 27 de agosto de 1989, co 41 anos de idade. Deixou um grande exemplo de com viver com dignidade e muitas saudades para todos os seus familiares e todos que o conheceram.
(Jornal Macanudo – edição 19 – 18 de julho de 2009.)